segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Francisca, sin Make Up.


Aprisiono a parte de minha emoção, meu desejo nessa página virtual.
Nela, falo muito de como sinto  e  espero ouvir  a  calma em tua voz.
Por você perpasso do imaginário  de  Alice  ao  2017 presente e real.
Continentes, eletricidade,  e  quilômetros  num  rastro de luz e gloss.

Teu olhar não tem o contorno de um lápis é marejado por onda;
E fez-me perder entre as veredas estreitas de teu delineador,
Faz-me sonhar embebido em Concha Y Toro,  sem  sombra.
E juro  a  você,  que não escrevo borracho, tampouco sin error.

Se um dia a psicanálise de Freud for mesmo uma cura por amar,
Então chegarei ao paraíso, aquele do qual te falei e escrevi,
Percorrendo a Anhanguera ensaiando essa página que vou te falar.

Quando chegar sem filtro solar, ansioso, feliz e pesado feito um colibri
saberei pelo teu olhar, de vez, que o que somos realmente pode me curar.
Certeza tamanha virá por estar em teu colo, meu divã aberto dentro de ti.


PS (Pê ésses...)
o título também poderia remeter à racionalidade... mas que graça haveria, se você já a teve antes?
poderia remeter a um almoço bucólico mas quantas surpresas podem estar ocultas no bucolismo?

Então que seja leve como um colibri e (des)pretensiosa como uma pluma de pavão.

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